Filtro autolimpante com cesto equipado com raspador interno e externo aplicado em
centrais hidrelétricas
Mexilhão dourado, Limnoperna fortunei, hidrelétricas, gerenciamento e mitigação.
O crescimento populacional e tecnológico aumentou a demanda por energia elétrica e as hidrelétricas se destacam como uma fonte de energia confiável e de baixa geração de carbono. No entanto, desafios como o envelhecimento das instalações e a proliferação do mexilhão dourado têm impactado os esforços operacionais e de manutenção das usinas. Tamanho risco que o mexilhão dourado representa ao parque gerador hídrico brasileiro que em 2018 foi aprovado pelo Ibama o plano nacional de prevenção, controle e monitoramento do mexilhão dourado no Brasil. Neste contexto, o estudo revisa o impacto do mexilhão dourado nas hidrelétricas e seus efeitos em equipamentos de geração e sistemas auxiliares, buscando entender as consequências operacionais dessa invasão e identificar soluções e medidas de controle já disponíveis. Foi realizada uma busca preliminar de literatura usando palavras-chave, seguida pela seleção e categorização dos textos relevantes com base no tema e na data de publicação. Foi constatado que nenhum método independente elimina totalmente o mexilhão dourado, sendo necessário um trabalho contínuo através da integração de estratégias proativas e reativas para mitigar seus impactos de forma eficaz e sustentável.