PRPPG33004013069P2 PRPPG - PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO E REGULAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO Telefone/Ramal: Não informado

Banca de QUALIFICAÇÃO: LUIZA BRUNA GONÇALVES FERREIRA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : LUIZA BRUNA GONÇALVES FERREIRA
DATA : 29/06/2026
HORA: 08:00
LOCAL: https://conferenciaweb.rnp.br/sala/fernando-300
TÍTULO:

Avaliação dos tempos de concentração em modelagem hidrológica: Estudo de caso da sub-bacia do baixo rio Doce


PALAVRAS-CHAVES:

Resposta hidrológica; Tempo de concentração; Estruturas hidráulicas 


PÁGINAS: 80
RESUMO:

Processos hidrológicos em uma bacia hidrográfica são complexos do ponto de vista quantitativo, como por exemplo a resposta hidrológica de uma bacia frente a um hidrograma de cheia. Neste contexto, o tempo de concentração (Tc) é um parâmetro essencial na hidrologia, que indica o intervalo necessário que a água da chuva a partir do momento em que toca o solo, quanto tempo ela leva para percorrer uma distância máxima dentro de uma bacia hidrográfica até o exutório. A estimativa precisa do tempo de concentração é fundamental para o dimensionamento de estruturas hidráulicas, como canais, bueiros, reservatórios, dentre outros dispositivos de drenagem que controlam e direcionam a água de escoamento superficial, além de ser crucial para a modelagem de eventos extremos e o planejamento urbano e rural. No Brasil são utilizadas diversas fórmulas empíricas que não são brasileiras, onde as mesmas são adaptadas para estimar o tempo de concentração em bacias urbanas e rurais, cada uma com diferentes pressupostos e aplicabilidades. A escolha da fórmula mais adequada depende das características físicas da bacia, como área, declividade, cobertura vegetal, uso e ocupação de solo e disponibilidade de dados. O estudo realizado na sub-bacia do rio Doce aborda como trabalhar com as fórmulas e entender o comparativo em relação ao percentual de erro relativo que cada uma delas apresenta, de forma a orientar a aplicabilidade em projetos de engenharia. Desta forma quando se utiliza a fórmula mais adequada a bacia de estudo, baseada em uma análise crítica dos dados disponíveis, conseguimos dimensionar estruturas com maior precisão, evitando tanto o subdimensionamento, que pode causar alagamentos, enchentes e inundações, e superdimensionamento, que geram custos desnecessários. Os resultados obtidos revelam quais as fórmulas mais adequadas às características das sub-bacias em questão.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2256645 - FERNANDO NEVES LIMA
Interno - 1489715 - ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE MOR
Externo à Instituição - EDUARDO DE AGUIAR DO COUTO - UFLA
Notícia cadastrada em: 24/06/2026 12:44
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