PRPPG33004013069P2 PRPPG - PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO E REGULAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO Telefone/Ramal: Não informado

Banca de DEFESA: MARCO TÚLIO FRIAS DE LIMA COSTA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARCO TÚLIO FRIAS DE LIMA COSTA
DATA : 19/12/2025
HORA: 14:00
LOCAL: meet.google.com/dso-hqva-cic
TÍTULO:

Cálculo de precipitação máxima provável (PMP) na região de Juatuba-MG e gestão de risco para a represa Serra Azul - COPASA


PALAVRAS-CHAVES:

PMP; CMP; Gestão de Risco; FMECA; Teoria dos Valores Recordes.


PÁGINAS: 147
RESUMO:

Um dos grandes desafios da hidrologia é a definição da chuva de projeto, principalmente para o dimensionamento de grandes estruturas hidráulicas, levando em conta todas as incertezas presentes no processo de transformação chuva-vazão. Sob esse contexto, apresenta-se o conceito da maior altura de chuva provável para uma dada duração em uma bacia ou em um ponto específico em um dado intervalo de tempo durante o ano, a Precipitação Máxima Provável (PMP). Nesse trabalho, tal variável foi calculada por meio de uma metodologia estatística e suas variações em termos de curva envoltória de Km e foi desdobrada em sua respectiva Cheia Máxima Provável (CMP) por meio de um método de transformação de chuva em vazão. A CMP está ligada diretamente ao dimensionamento e à verificação de estruturas hidráulicas, pois é definida como a maior cheia provável de ocorrer. Nesse sentido, outro desdobramento realizado, a partir do cálculo da PMP, é o auxílio na gestão de risco da Represa Serra Azul, operada pela COPASA, localizada em Juatuba, Minas Gerais. Para isso, foi realizado o estudo de trânsito de cheias para o reservatório da estrutura, considerando a geometria do seu extravasor, e foi utilizado o método semiquantitativo de Análises de Modos de Falhas, Efeitos e Criticidade (FMECA) para a definição do risco hidrológico, em termos de probabilidade de falhas hidrológica-hidráulicas, que a estrutura supracitada possui. Dessa forma, o cálculo da PMP, aliado aos seus desdobramentos, como a CMP e o auxílio na gestão de risco de uma estrutura hidráulica, permitem a minimização dos impactos socioambientais provenientes de um possível desastre. Ademais, foi aplicada a teoria dos valores recordes às séries de dados observados e foi feita a análise de frequência para essas séries considerando as mesmas estações utilizadas para o cálculo da PMP visando, desse modo, o cálculo de quantis de precipitação para Tempos de Retorno (TR) específicos. A aplicação dessa teoria e a definição dos quantis de chuva para determinadas recorrências tiveram como objetivo a verificação de uma possível extrapolação dos valores de PMP’s calculados indicando, portanto, que a PMP pode não se confundir com a maior altura de chuva provável, ou seja, pode não possuir probabilidade de excedência nula, devendo, desse modo, estar associada a uma recorrência específica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2256645 - FERNANDO NEVES LIMA
Interna - 2225914 - ANA CAROLINA VASQUES FREITAS
Interno - 1489715 - ROBERTO CEZAR DE ALMEIDA MONTE MOR
Externo à Instituição - WILSON DOS SANTOS FERNANDES - UFMG
Notícia cadastrada em: 15/11/2025 16:14
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