PRPPG33004013069P2 PRPPG - PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO E REGULAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO Teléfono/Ramal: No informado

Banca de DEFESA: BÁRBARA DE FÁTIMA RESENDE

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : BÁRBARA DE FÁTIMA RESENDE
DATA : 06/07/2026
HORA: 08:00
LOCAL: meet.google.com/khu-gmxn-ety
TÍTULO:

EFICIÊNCIA TÉCNICA E EVOLUÇÃO DA PRODUTIVIDADE DAS COMPANHIAS ESTADUAIS DE SANEAMENTO BÁSICO (2013 a 2022)


PALAVRAS-CHAVES:

Saneamento básico. Eficiência Produtiva. Análise Envoltória de Dados (DEA).


PÁGINAS: 38
RESUMO:

O presente trabalho avalia a eficiência produtiva das Companhias Estaduais de Saneamento Básico no Brasil, em relação te à prestação dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, durante o período de 2013 a 2022. O estudo justifica-se pela necessidade de expansão da infraestrutura do setor para o cumprimento das metas de universalização estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020). Sob uma abordagem quantitativa, a pesquisa emprega a Análise Envoltória de Dados (DEA) para mensurar a eficiência técnica relativa e o Índice de Produtividade de Malmquist para capturar a evolução dinâmica e intertemporal do desempenho das 25 companhias analisadas. O modelo, processado por meio do software RStudio, adota os Custos Operacionais agregados (OPEX) deflacionados como variável de entrada (input) e a população total atendida com água e com esgoto como variáveis de saída (outputs). Os resultados revelam que as CESBs operam com uma ineficiência técnica global média de 44,6% (escore de 0,554), evidenciando fortes disparidades gerenciais e de disponibilidade hídrica regional. Ademais, o Índice de Malmquist aponta para uma regressão na produtividade total dos fatores ao longo da década, culminando em uma queda acentuada em 2022 (0,594). Esse recuo da fronteira tecnológica (Technical change) foi impulsionado por períodos de crise hídrica severa, as quais pressionaram significativamente os custos operacionais com energia e insumos químicos. Conclui-se que o aprimoramento da eficiência das companhias é um fator crítico e indissociável da sustentabilidade econômico-financeira exigida para alcançar a universalização até o ano de 2033, demandando avanços regulatórios e estratégias de mitigação frente a choques exógenos e eventos climáticos extremos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1768050 - JAMES LACERDA MAIA
Interno - 1714120 - ANDERSON DE ASSIS MORAIS
Externo à Instituição - EDUARDO DE AGUIAR DO COUTO - UFLA
Notícia cadastrada em: 02/06/2026 13:39
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